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Sangria, sanguessugas e ventosas.

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“A vida humana está no sangue”, diz a Bíblia.

 

Uma afirmativa que a medicina medieval levava muito a sério, complementando-a: a vida humana está no sangue, e as ameaças à vida também.

 

Que ameaças eram essas?

 

Em primeiro lugar, o “excesso” do próprio sangue, que podia resultar em riscos à saúde. Mas o sangue era apenas um dos quatro humores que, segundo a medicina hipocrática, regulariam o funcionamento do organismo e também o temperamento. Os outros três humores eram a linfa, a bile amarela e a bile negra. Aos quatro humores correspondiam quatro temperamentos: o sanguíneo, vivaz e energético; o linfático ou fleugmático, contido, reservado; o colérico, capaz de se irritar facilmente; e o melancólico, predisposto à tristeza. Dos quatro humores, o sangue era o único a que se podia facilmente ter acesso; assim, os outros eram “evacuados” através dele.

 

E como se retirava o excesso de sangue?

 

De três maneiras:

 

  • Uma era a sangria pura e simples, que consistia em cortar uma veia do braço. Esse procedimento foi usado até meados do século 20 para tratar o edema agudo de pulmão, uma situação em que a falência do coração faz o sangue se acumular perigosamente nos pulmões.

  • A outra maneira era pelas sanguessugas. Esses curiosos vermes nutrem-se do sangue de mamíferos, para o que dispõem de “dentes” especiais. Secretam, além disto, uma substância que dificulta a coagulação do sangue – este, então, flui livre. Essa substância, aliás, serve de base para medicamentos anticoagulantes, usados quando o sangue, por excesso de gorduras, fica “grosso”. Sanguessugas ainda são utilizadas hoje em tratamentos de reimplantes de membros, por exemplo, para reestabelecer o fluxo sanguíneo dos membros amputados.

  • E o terceiro processo eram as ventosas: copos de vidro nos quais criava-se vácuo (mediante aquecimento) e que colocados sobre escarificações, ou seja, arranhões fundos na pele, aspiravam sangue.

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